Monday, February 21, 2005
Estórias da eleição
Ontem nas eleições legislativas, uma senhora de 66 anos foi votar pela primeira vez na vida. Na sua juventude, o Estado Novo estava instalado, após isso esteve algumas décadas emigrada mas esta estória mostra que nunca é tarde para ser um cidadão no pleno direito de votar.
Ontem nas eleições legislativas, uma senhora de 66 anos foi votar pela primeira vez na vida. Na sua juventude, o Estado Novo estava instalado, após isso esteve algumas décadas emigrada mas esta estória mostra que nunca é tarde para ser um cidadão no pleno direito de votar.
O regresso dos piores
Temos então de volta quase todos os protagonistas do pior governo português após a Revolução dos cravos. Mas se até aí as notícias são más, saber que têm uma maioria absoluta, deixando-os a governar (?) o país e um Presidente da República do mesmo partido não augura um futuro nada brilhante para o país mas, como é costume dizer cada um tem o que merece e se calhar o povo português não merece melhor do que Sócrates para Primeiro-Ministro.
Temos então de volta quase todos os protagonistas do pior governo português após a Revolução dos cravos. Mas se até aí as notícias são más, saber que têm uma maioria absoluta, deixando-os a governar (?) o país e um Presidente da República do mesmo partido não augura um futuro nada brilhante para o país mas, como é costume dizer cada um tem o que merece e se calhar o povo português não merece melhor do que Sócrates para Primeiro-Ministro.
Wednesday, February 09, 2005
Vamos a votos!
A pouco mais de dez dias das eleições, os principais candidatos continuam a tentar cativar a população, Sócrates com o crédito em boatos absurdos como é o de Cavaco Silva apoiar uma maioria PS. Falta de argumentos é o mínimo que se pode dizer. De tudo o que ele diz e faz, só numa lhe dou razão, no título dos cartazes: “Voltar a acreditar!” é preciso muita fé mesmo para acreditar nele e na sua equipa. Veja-se o caso de Fernando Gomes, ex-ministro que até ele mesmo foi vítima de um roubo enquanto estava a cumprir a sua agenda política, Jorge Coelho, o yes man, que se demitiu com o caso da ponte Heinze Ribeiro, que provou a mim que ele estava longe de ser um homem com H maiúsculo. Homem que se preze no seu caso, teria dado início às buscas e teria ido ao local prestar todo o apoio possível em vez de se demitir e refugiar, deixando a batata quente nas mãos de Guterres. Temos Maria de Belém que todos consideramos uma nulidade, a quem foi criado um Ministério sem sentido apenas para ela possivelmente fazer uns manjares, pois aquilo era mais que um tacho, aquilo era uma panela de pressão. Quem temos mais, deixa ver: Guilherme de Oliveira Martins, João Cravinho, Pina Moura, tudo apostar que levaram o país ao que Guterres chamou de pântano e claro para finalizar António Vitorino que não teve coragem de concorrer ao lugar de secretário-geral do partido e que infelizmente nem artes de ventríloquo tem pois quando fala, fala por si e não por Sócrates, mostrando o fosso que existe entre ambos. Há poucos meses, vimos que a população americana caiu no erro de reelegeu Bush, espero que os portugueses dia 20 deste mês não caíam no mesmo erro de eleger um candidato que só sabe dizer: “Os portugueses dia 20 vão julgar” e “ o senhor está confundido”. Obviamente que os meios de comunicação mais parciais quiseram considerar no mínimo um empate esse debate e no máximo uma vitória para Sócrates, o que parece ser retirado de toda e qualquer credibilidade. Num Portugal melhor ao nível de alternativas, Sócrates não tinha lugar numas eleições legislativas, quanto mais querer ser o novo PM. Esperemos que os portugueses sejam diferentes do povo americano e que não voltem a acreditar em pessoas que foram responsáveis pela pior governação de Portugal pós-25 de Abril, sendo todos indignos sucessores de Cavaco Silva e dos seus ministros.
A pouco mais de dez dias das eleições, os principais candidatos continuam a tentar cativar a população, Sócrates com o crédito em boatos absurdos como é o de Cavaco Silva apoiar uma maioria PS. Falta de argumentos é o mínimo que se pode dizer. De tudo o que ele diz e faz, só numa lhe dou razão, no título dos cartazes: “Voltar a acreditar!” é preciso muita fé mesmo para acreditar nele e na sua equipa. Veja-se o caso de Fernando Gomes, ex-ministro que até ele mesmo foi vítima de um roubo enquanto estava a cumprir a sua agenda política, Jorge Coelho, o yes man, que se demitiu com o caso da ponte Heinze Ribeiro, que provou a mim que ele estava longe de ser um homem com H maiúsculo. Homem que se preze no seu caso, teria dado início às buscas e teria ido ao local prestar todo o apoio possível em vez de se demitir e refugiar, deixando a batata quente nas mãos de Guterres. Temos Maria de Belém que todos consideramos uma nulidade, a quem foi criado um Ministério sem sentido apenas para ela possivelmente fazer uns manjares, pois aquilo era mais que um tacho, aquilo era uma panela de pressão. Quem temos mais, deixa ver: Guilherme de Oliveira Martins, João Cravinho, Pina Moura, tudo apostar que levaram o país ao que Guterres chamou de pântano e claro para finalizar António Vitorino que não teve coragem de concorrer ao lugar de secretário-geral do partido e que infelizmente nem artes de ventríloquo tem pois quando fala, fala por si e não por Sócrates, mostrando o fosso que existe entre ambos. Há poucos meses, vimos que a população americana caiu no erro de reelegeu Bush, espero que os portugueses dia 20 deste mês não caíam no mesmo erro de eleger um candidato que só sabe dizer: “Os portugueses dia 20 vão julgar” e “ o senhor está confundido”. Obviamente que os meios de comunicação mais parciais quiseram considerar no mínimo um empate esse debate e no máximo uma vitória para Sócrates, o que parece ser retirado de toda e qualquer credibilidade. Num Portugal melhor ao nível de alternativas, Sócrates não tinha lugar numas eleições legislativas, quanto mais querer ser o novo PM. Esperemos que os portugueses sejam diferentes do povo americano e que não voltem a acreditar em pessoas que foram responsáveis pela pior governação de Portugal pós-25 de Abril, sendo todos indignos sucessores de Cavaco Silva e dos seus ministros.
Saturday, February 05, 2005
Acidentes nas auto-estradas com condutores em contramão
Segundo estatísticas recentes o ano de 2004 teve menos acidentes provocados por pessoas a andar em contramão na auto-estrada. Relembro que isso se passou durante o governo PSD, da mesma forma que tivemos o Janeiro mais seco desde há cem anos, promovido pelo PM Santana Lopes. Estes são mais alguns factos a juntar áqueles que ele revelou no debate de quinta-feira.
Segundo estatísticas recentes o ano de 2004 teve menos acidentes provocados por pessoas a andar em contramão na auto-estrada. Relembro que isso se passou durante o governo PSD, da mesma forma que tivemos o Janeiro mais seco desde há cem anos, promovido pelo PM Santana Lopes. Estes são mais alguns factos a juntar áqueles que ele revelou no debate de quinta-feira.
Friday, February 04, 2005
O Debate de ontem
Para Francisco Louçã, Santana saiu um homem derrotado do debate de ontem. É caso para rir, pois Louçã nem viu o debate, pela mesma hora ele fazia um discurso salientando Sócrates e o governo socratiano. Afinal quem é o derrotado? Louçã a apoiar o candidato de outro partido, seu concorrente directo, mostrando-se parcial perante o testemunho de um amigo de uma irmã da cunhada do primo que lhe disse que Sócrates derrotou Santana no debate? Pois bem, senhor Louçã, eu vi o debate e não achei que Santana fosse um homem derrotado, conhecendo bem ambos os outros candidatos, onde Santana pode ser acusado de muitas coisas mas, nunca de não possuir o dom da palavra e outro candidato é um imitador do estilo de Santana e quem é visto como segunda escolha pelos militantes do seu próprio partido não é bom presságio. Durante a primeira parte, as frases chaves de Sócrates foi “Dia 20 os portugueses vão julgar!” (qual o espanto é o dia das eleições é óbvio que os portugueses vão votar) e “você está confundido!” (o que é normal, Sócrates meteu os pés pelas mãos). Um dos casos que mostram a incapacidade de Sócrates foi quando Santana pegou na promessa dele pôr o inglês no ensino básico e disse que o inglês já estava no ensino básico, pois o ensino básico é até ao 9º ano.
Para Francisco Louçã, Santana saiu um homem derrotado do debate de ontem. É caso para rir, pois Louçã nem viu o debate, pela mesma hora ele fazia um discurso salientando Sócrates e o governo socratiano. Afinal quem é o derrotado? Louçã a apoiar o candidato de outro partido, seu concorrente directo, mostrando-se parcial perante o testemunho de um amigo de uma irmã da cunhada do primo que lhe disse que Sócrates derrotou Santana no debate? Pois bem, senhor Louçã, eu vi o debate e não achei que Santana fosse um homem derrotado, conhecendo bem ambos os outros candidatos, onde Santana pode ser acusado de muitas coisas mas, nunca de não possuir o dom da palavra e outro candidato é um imitador do estilo de Santana e quem é visto como segunda escolha pelos militantes do seu próprio partido não é bom presságio. Durante a primeira parte, as frases chaves de Sócrates foi “Dia 20 os portugueses vão julgar!” (qual o espanto é o dia das eleições é óbvio que os portugueses vão votar) e “você está confundido!” (o que é normal, Sócrates meteu os pés pelas mãos). Um dos casos que mostram a incapacidade de Sócrates foi quando Santana pegou na promessa dele pôr o inglês no ensino básico e disse que o inglês já estava no ensino básico, pois o ensino básico é até ao 9º ano.